Fire Emblem Echoes: Shadows of Valentia | Nintendo 3DS

 

Isto foi rápido!!? Fire Emblem Fates saiu há pouco mais de 1 ano atrás para a nossa velhinha 3DS, e já este mês temos outro título da série prontinho para jogar.

Mesmo com o sucesso da Switch, a Nintendo prometeu aos fãs continuar a apoiar a 3DS, e está a cumprir com este Fire Emblem Echoes: Shadow of Valentia, um remake de Fire Emblem Gaiden. Tudo bom e bonito… mas à primeira vista, não impressiona. Embora apresente uma direcção artística deliciosa, o motor gráfico é meramente competente e todo o ambiente sonoro rapidamente cai no esquecimento.

A história é a mesma de há 25 anos atrás: reconta os feitos de Alm e Celica numa guerra entre as nações de Rigel e Zofia, no continente de Valentia. Introduz um prólogo inédito, que aproveita para aprofundar a relação entre Alm e Celica; e fecha com um 6º capítulo adicional, que serve para “fazer a ponte” com a história de Fire Emblem Awakening.

Nada de muito original, mas este “remake” também traz um conjunto de novidades como Faye, um compincha de Alm; ou Berkut, um novo inimigo. A nível de gameplay, continuamos a explorar o mapa-mundo seguindo uma narrativa bastante linear, mudando a vista para uma perspectiva mais próxima sempre que lutamos com inimigos.

Nessa fase do jogo, movimentamos as nossas tropas por turnos. Aqui tentamos tirar proveito das habilidades de cada unidade e das características do terreno, sabendo que se alguém for derrotado, morre de vez e não volta a jogo. Mas a grande novidade, é que agora também podemos aventurar-nos pelas masmorras na 3ª pessoa, onde dá para explorar o espaço e interagir com objectos em tempo real.

Além disso podemos, a seguir a cada batalha ou nas alturas em que nos encontramos em cidades ou castelos, explorar os cenários na 1ª pessoa à procura de objectos, ou dialogar com os camaradas para fortalecer os laços com eles.

O balanço final é agri-doce. Como muitas das mecânicas foram simplificadas, sentimos que este titulo se destina mais ao novato que deseja iniciar-se em RPG’s de estratégia, e não tanto ao veterano. Para este, explorar as masmorras como em Zelda pode parecer aliciante ao princípio, mas depressa se vai aborrecer pela falta de variedade dos locais e da inexistência de puzzles decentes.

 


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