Wii U

Uma das maiores discussões entre amigos quando se fala de jogos, é a de qual será o melhor jogo de todos os tempos.

Mas quase sempre, The Legend of Zelda está na discussão, especialmente o Ocarina of Time.

Esta é uma review warm-up após 5 horas de jogo…e será que The Legend Of Zelda: Breath Of The Wild estará em futuras discussões entre gamers?

Os jogos The Legend of Zelda têm um início típico… Link ouve um pedido de ajuda, recebe uma espada e dirige-se para um templo onde começa a caça ao Triforce.  

Em The Legend Of Zelda: Breath Of The Wild não há tutoriais e o jogador é lançado a Hyrule sem qualquer contexto ou objectivo.

Tal como no clássico da NES The Legend of Zelda, a exploração é o foco. Podemos explorar Hyrule como alguém que visita um sítio pela primeira vez.

Refrescante, respeita o jogador como um ser inteligente…em vez de ter o ombro amigo, que é há muito marca da Nintendo.

Outro aspecto importante, é que não há apenas templos. As shrines chegam a Hyrule e ganham logo importância. São um género de templo, mais simples, mais curto, onde Link ganha pontos que pode trocar por vida ou stamina.

As mecânicas continuam a ser introduzidas pelos shrines, mas agora podemos fazer pela ordem que quisermos, à medida que as encontramos.

Por fim, a inteligência artificial é algo que salta à vista. As raças e os inimigos, que encontramos nas mais diversas vistas, além de terem vida própria, adaptam-se às circunstâncias de combate, tornado a vida mais difícil ao Link.

É até cômico vê-los a dormir ou a dançar, e quando dão conta que há intrusos, correm que nem doidos, à procura das armas no chão.

A Nintendo foi adiando o jogo, e agora percebe-se: coincide com o lançamento da sua nova consola Switch, e apresenta um toque refinado de um action RPG moderno.

Numa discussão entre melhores jogos, as primeiras impressões já o classificariam para um dos melhores do ano. Não percam a review por inteiro aqui no Cinemic.


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